domingo, 9 de outubro de 2011

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No próximo post falaremos da tecnologia ECONTROL utilizada pela SILIT, que permite poupar tempo e energia na hora de cozinhar.

domingo, 2 de outubro de 2011

Os melhores restaurantes do mundo

O restaurante brasileiro D.O.M., do criativo e aclamado Chef Alex Atala, foi eleito em 2011 o 7º melhor restaurante do mundo pelo S. Pellegrino World’s 50 Best Restaurants, promovido pela tradicional revista inglesa “Restaurant”, que todos os anos premia os 50 melhores restaurantes do planeta. O ranking da revista é feito a partir dos votos de 837 jurados ligados à gastronomia de 27 diferentes regiões do mundo. O restaurante do Chef Alex Atala subiu onze posições de 2010 para 2011, sendo o único brasileiro no ranking mundial da revista inglesa. O restaurante paulistano, com sua cozinha contemporânea com toques ousados de ingredientes locais, aparece na lista pelo sexto ano consecutivo. Em 2006, o D.O.M. ficou em 50ª; em 2007, em 38º lugar; em 2008, obteve a 40ª posição; em 2009, ficou com o 24º lugar; e em 2010, alcançou o 18º lugar. O Filé alto com aligot (uma mistura de purê de batatas com queijo Minas e Gruyère) é um dos clássicos do restaurante brasileiro, cujo Chef está sempre à procura de ingredientes diferenciados, como flores, ervas selvagens e criaturas do mar pouco conhecidas.


O grande premiado, pelo segundo ano consecutivo, foi o moderno dinamarquês Noma, que foi eleito o melhor restaurante do planeta, se firmando cada vez mais como sucessor do aclamado El Bulli, do catalão Ferran Adrià, eleito Chef da década, que não entrou no ranking este ano, pois fechou as portas em julho. Comandado pelo Chef René Redzepi, o restaurante localizado em um armazém do século XVIII na cidade de Copenhagen serve interpretações modernas da cozinha nórdica. Hoje em dia, o restaurante dinamarquês é considerado um dos grandes responsáveis pela vanguarda gastronômica europeia. Outro destaque sempre presente na lista, que este ano ocupa o quinto lugar, é o inglês The Fat Duck, comandado pelo Chef Heston Blumenthal. Localizado em um pequeno espaço com apenas 45 lugares, ao ser feita a reserva é pedido ao cliente um período livre de quatro horas para que o cardápio degustação possa ser apreciado por completo. O The Fat Duck tem pratos como Salmão escalfado em gel de alcaçuz, alcachofra, maionese de baunilha e azeite Manni. Uma das especialidades da casa é o Mingau de escargot e sorvete de mostarda.


Confira a lista dos 25 melhores:
1. Noma (Copenhagen, Dinamarca)
2. El Celler de Can Roca (Girona, Espanha)
3. Mugaritz (Errenteria, Espanha)
4. Osteria Francescana (Modena, Itália)
5. The Fat Duck (Bray, Inglaterra)
6. Alinea (Chicago, Estados Unidos)
7. D.O.M. (São Paulo, Brasil)
8. Arzak (San Sebastián, Espanha)
9. Le Chateaubriand (Paris, França)
10. Per Se (Nova York, Estados Unidos)
11. Daniel (Nova York, Estados Unidos)
12. Lés Creations de Narisawa (Tóquio, Japão)
13. L’Astrance (Paris, França)
14. L’Atelier de Joël Robuchon (Paris, França)
15. Hof Van Cleve (Kruishouten, Bélgica)
16. Pierre Gagnaire (Paris, França)
17. Oud Sluis (Sluis, Holanda)
18. Le Bernardin (Nova York, Estados Unidos)
19. L’Arpege (Paris, França)
20. Nihonryori RyuGin (Tóquio, Japão)
21. Vendôme (Bergisch Gladbach, Alemanha)
22. Steirereck (Viena, Áustria)
23. Schloss Schauenstein (Fürstenau, Suíça)
24. Eleven Madison Park (Nova York, Estados Unidos)
25. Aqua (Bath, Inglaterra)

D.O.M.: Rua Barão De Capanema 549, Jardins, São Paulo. Tel: (11) 3088-0761

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

AVISO!

Estamos passando por grandes reformulações, o que inclui um novo layout (que em breve estará no ar) e a reativação do Blog. Novos post estão sendo escritos e criados. Novos assuntos como gastronomia, culinária, dicas interessantes sobre restaurantes e lugares descolados, alimentos saudáveis, receitas práticas e deliciosas, design de produtos, tendências de mercado e novos produtos que a ARTHOME está trazendo para o mercado.


Agradecemos a todos os leitores e seguidores


Equipe ARTHOME

domingo, 13 de junho de 2010

Saúde: o poder do gengibre

Hoje vamos falar um pouco sobre uma raiz muito preciosa, capaz de trazer muitos benefícios ao organismo: o gengibre. Cultivada e muito utilizada no Oriente há milhares de anos, o gengibre (nome científico zingiber officinalis) é um ingrediente básico e quase obrigatório em culinárias orientais como a japonesa, tailandesa e chinesa, além da indiana. Mas suas propriedades vão muito além do sabor forte e picante, que normalmente agrada o paladar e confere um toque todo especial aos pratos que são preparados com ele.
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Na medicina ayurvédica, por exemplo, é chamado de “remédio universal”, pela grande variedade de benefícios que proporciona à saúde. O gengibre produz calor no organismo e age de forma eficaz em casos de gripes, tosse, rouquidão, congestão nasal, dores de garganta e outras infecções, atenuando seus sintomas e fortalecendo o sistema imunológico, por isso, sua utilização é muito indicada para tratar e prevenir os males a que estamos sujeitos durante as épocas mais frias do ano. Esta capacidade de esquentar o corpo também provoca uma aceleração no metabolismo, ativa a circulação, estimula a mente e mantém a vitalidade. Uma boa dica é fazer um escalda pés ou preparar um banho com algumas gotas do óleo essencial de gengibre naqueles momentos em que nos sentimos sem ânimo, apresentando sintomas típicos de depressão, ou esgotados após um dia estressante de trabalho, por exemplo.
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É antiinflamatório, antibactericida e alivia dores musculares, de cabeça e cólicas menstruais. Nos casos de contraturas musculares, lombalgia, cervicalgia, reumatismo e artrose, pode-se massagear as regiões afetadas com o óleo essencial diluído em óleo vegetal, fazendo movimentos fortes e fricção, que produzirão efeitos de aquecimento e analgesia. Pesquisas também comprovaram sua atuação no sistema digestivo e é ótimo para combater náuseas e enjôos, inclusive por pessoas que sofrem com estes sintomas durante deslocamentos de barco ou de carro. Apesar de sua ingestão ser contra indicada durante a gravidez, as mulheres podem utilizar algumas gotas do óleo essencial em um difusor de aromas para aliviar os enjôos característicos dos primeiros meses de gestação. Pacientes que estão sendo submetidos a tratamento com quimioterapia também experimentam um grande alívio das náuseas causadas pelos medicamentos.
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Você pode incluí-lo no preparo de diversos alimentos, como sucos, sopas, saladas e refogados. Para um uso mais medicinal, o ideal é preparar um chá com as raízes e consumi-lo entre as refeições. Você pode também misturar com outras ervas, como hortelã, eucalipto e capim limão, se o objetivo for tratar de problemas causados por gripes e resfriados. O consumo diário do chá é muito eficaz na prevenção de crises de enxaqueca. Para combater enjôos, basta mastigar um pouco dele cru, com exceção das gestantes, que devem utilizar apenas o óleo essencial, num difusor de ambientes. Também é encontrado, em lojas de produtos naturais, em forma de comprimido e tintura.-


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Fonte: www.yahoo.com.br

domingo, 18 de abril de 2010

A Origem dos Alimentos (Alho)

Como falamos da cebola no post anterior, nada melhor que falarmos de seu companheiro quase inseparável: o alho, uma raiz, cujo bulbo se constitui de vários dentes. Utilizado medicinalmente há mais de 5 mil anos, o alho (nome científico Allium sativum) era o muito usado para combater doenças pulmonares e intestinais pelos gregos, que o chamavam de “rosa de mau cheiro”, devido ao forte odor que exalava, resultado de uma substância chamada alicina, a qual contém enxofre. Existem referências ao alho, nas pirâmides de Gisé, no Egito, onde se acreditava que a ingestão de alho aumentava o rendimento físico e protegia contra as epidemias, por isso, os escravos, durante a construção da pirâmide de Queóps, eram alimentados com esta raiz. No século XIX, Louis Pasteur demonstrou as propriedades anti-sépticas do alho, informação que foi utilizada nas Guerras Mundiais pelos exércitos ingleses, alemães e russos para combater a tuberculose e infecções. Mas o alho ficou famoso mesmo pela sua utilização em quase todas as culinárias do mundo para agregar um agradável sabor e aroma aos alimentos.
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Dicas:
- Para retirar o cheiro do alho das mãos, experimente esfregá-las debaixo da água corrente com uma colher de inox, como se fosse sabonete.
- Quando fritar o alho, tenha cuidado para não queimá-lo, pois o prato ficará com um sabor ácido. - Para eliminar o desagradável hálito provocado pelo alho, masque salsa fresca ou grãos de café.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010

A Origem dos Alimentos (Cebola)

A cebola é sem dúvida nenhuma um dos alimentos mais consumidos do mundo. Quer seja em temperos, onde é utilizada com enorme constância, refogada ou em saladas, a cebola é presença indispensável em quase todas as cozinha do mundo. Sagrada entre os egípcios, cultivada também pelos romanos, presente no cabrito dos Bizantinos, e ingrediente indispensável no pão que servia como base à alimentação dos Assírios, a cebola era consumida em grande quantidade pelos soldados, por ser considerada grande fonte de vigor e coragem. Adquiriu elevado valor comercial que chegou até a servir de moeda de pagamento de rendas na Europa medieval. A cebola (cujo nome científico é Allium cepa) teve sua origem no centro da Ásia, e rumou para o ocidente, atingiu a Pérsia de onde se irradiou para a África e por todo continente europeu. Depois foi trazida para as Américas pelos seus primeiros colonizadores. No Brasil, inicialmente era cultivada apenas nos estados da Região Sul, mas, aos poucos, foi se expandindo e atualmente é cultivada desde o Nordeste até o extremo sul do país.
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As cebolas possuem grande diversidade de tamanhos, cores e paladares, e podem ser encontradas frescas, congeladas, em conserva, enlatadas e até desidratadas. Existem variedades de cebolas fortes, sutis, picantes ou doces. As cebolas brancas têm um sabor menos acentuado e picante que as roxas. A cebola possui em sua composição elementos importantes como: fósforo, ferro, cálcio, vitaminas A e dos complexos B e C.
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Porque provoca choro?
Quando as cebolas são cortadas suas células são quebradas. Essas células possuem duas seções, uma com enzimas chamadas alinases e outra com sulfuretos (sulfóxidos de aminoácidos). As enzimas decompõem os sulfuretos produzindo ácido sulfénico. O ácido sulfénico é instável e decompõe-se em um gás volátil chamado sin-propanetial-S-óxido. O gás dissipa-se pelo ar e eventualmente chega aos olhos, onde vai reagir com a água para formar uma solução muito fraca de ácido sulfúrico. O ácido sulfúrico irrita as terminações nervosas do olho, fazendo-os arder. Em resposta a esta irritação, as glândulas lacrimais entram em ação para diluir e lavar a irritação.
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Dicas: Para evitar aquelas lágrimas desagradáveis ao descascar cebola, mergulhe-a por um minuto em água fervente. Além disso, uma faca bem afiada danifica menos células da cebola, fazendo com que libere menos gás, e conseqüentemente cause menos irritação nos olhos.
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quinta-feira, 18 de março de 2010

Cozinhando com a ARTHOME (Salmão Teriyaki com Cachaça)

A receita de hoje é um salmão Teriyaki, um prato típico da cozinha japonesa. O Teriyaki tradicional tem como ingredientes saquê suave (mirim) e gengibre ralado. Mas, como cozinhar é uma alquimia de temperos, ingredientes e ervas, resolvemos alterar a receita e fazer um salmão Teriyaki com cachaça Sagatiba, que  consideramos de excelente qualidade. Também eliminamos o gengibre para não interferir no gosto da cachaça.


Ingredientes:
- 4 pedaços de salmão
- 1/4 xícara de açúcar
- 1/4 xícara de cachaça (Sagatiba)
- 1/4 xícara de Shoyo
- Azeite para grelhar
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Modo de preparo:
1. Faça um molho com açúcar, shoyo e cachaça, e coloque os pedaços de salmão, deixando aprox. 30 minutos nesta marinada
2. Aqueça uma frigideira antiaderente (SILIT) com um pouco de azeite, apenas o suficiente para grelhar.
3. Coloque apenas os pedaços de salmão e grelhe dos dois lados.
4. Quando o salmão estiver grelhado, regue com o molho da marinada na frigideira tomando o cuidado para não se queimar, pois pode espirrar um pouco. Deixe o molho aderir bem ao salmão e desligue.
5. Sirva com arroz branco e decore com cebolete ou cebolinha cortada juliene.
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Itadakimasu! (equivalente ao nosso "bom apetite")

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