quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Boteco em casa

Fim de semana chegando. Nada melhor que reunir os amigos em casa. Cervejinha gelada e caipirinha à vontade. E o principal: comida de boteco. Difícil? Nem pensar. Prepare alguns quitutes de botecos para você servir em casa, abrir o apetite antes da refeição principal e saborear com os amigos como se estivesse na mesa do bar.

Sardinha à Miguel Couto (bar Pirajá)
Ingredientes:
- 400g de sardinha (3 filés inteiros), aumente a quantidade se quiser mais filés
- Suco de dois limões-Taiti
- 50g de farinha de trigo (ou o suficiente para empanar os filés)
- 100g (aproximadamente 1 xícara) de farinha panko (farinha típica da culinária japonesa, parecida com a de rosca. É vendida em alguns supermercados e lojas de produtos orientais.)
- 2 ovos
- Sal a gosto

Modo de preparo:
1. Limpe os filés.
2. Tempere-os com sal e o suco de limão.
3. Empane com farinha de trigo, ovos e farinha panko.
4. Frite em óleo quente.


Bolinho de mandioca
Ingredientes:
- 1/2 quilo de aipim (também conhecido como mandioca ou macaxeira)
- 1 ovo grande - 1/2 colher de café de noz moscada em pó
- 1/2 xícara de queijo ralado
- Aproximadamente 1 xícara de farinha de trigo
- Recheio a sua escolha

Modo de preparo:
1. Comece cozinhando o aipim até que ele fique bem macio. Quando estiver a ponto de desmanchar, amasse bem até que forme um purê. Deixe esfriar um pouco.
2. Com o purê mais frio, misture o ovo, o queijo ralado e a noz moscada, até formar uma massa homogênea. Por causa da liga do aipim, não é necessário utilizar farinha na massa, somente no momento de empanar.
3. Caso deseje rechear, siga a orientação da foto abaixo. O recheio pode ser da sua escolha, carne moída, carne seca, queijo ou calabresa. Empane na farinha e frite em óleo bem quente até que fique completamente dourado por fora.


Sanduíche rabanado de rosbife (bar Original)
Ingredientes:
- 2 fatias de pão de miga
- 20 fatias bem finas de rosbife (dica: o rosbife caseiro da Estalagem em Moema é excepcional)
- 3 fatias de tomate
- 5 fatias de mussarela
- 1 ovo
- Leite para empanar
- Parmesão ralado

Modo de preparo:
1. Sobre uma fatia de pão de miga distribua o tomate, o rosbife e finalize colocando as fatias de queijo dobradas ao meio.
2. Em uma tigela bata o ovo com um pouco de leite e passe o sanduíche inteiro montado como se fosse uma rabanada.
3. Com o sanduíche molhado, passe-o em uma travessa com o parmesão ralado até grudar queijo por toda a parte de fora.
4. Em uma frigideira, em fogo médio, coloque o sanduíche e deixe por 10 minutos de cada lado até dourar.


Pastel de costelinha (bar Veríssimo)
Ingredientes:
- 500 gramas de costela de vaca
- Sal grosso a gosto
- 200 gramas de requeijão nordestino, que pode ser encontrado em bons supermercados (se não achar, pode usar requeijão culinário. Neste caso, não use o creme de leite)
- 200 ml de creme de leite fresco (é importante que seja do fresco, não de caixinha)
- 500 gramas de massa de pastel pronta
- 2 colheres de sopa de salsinha picada
- 2 colheres de sopa de azeite
- Pimenta do reino a gosto

Modo de fazer:
1. Comece preparando a costelinha. Retire o excesso de gordura da carne. Tempere com sal grosso. Embrulhe a costela em papel filme, e depois embrulhe em papel alumínio. Leve ao fogo baixíssimo por 12 horas. A carne tem que ficar desmanchando de tão macia.
2. Retire a carne do forno e espere esfriar. Corte em tiras bem finas. Não retire toda a gordura, pois a carne pode ressecar. Reserve.
3. Coloque o creme de leite em uma tigela. Acrescente o queijo.
4. Misture bem para ficar cremoso. Acrescente uma das colheres do azeite. Misture bem. Coloque pimenta do reino a gosto (sugestão: use meia colher de chá de pimenta). O creme tem de ficar com uma consistência de pasta.
5. Coloque o creme em um saco de confeiteiro. Reserve.
6. Coloque a costela fatiada em outra tigela. Acrescente salsa e pimenta do reino (mais ou menos meia colher de chá). Acrescente a outra colher de azeite. Misture.
7. Abra a massa. Distribua a carne pela massa de modo que forme seis montinhos com o mesmo espaço entre eles. Borrife um pouco de água, para umidificar a massa.
8. Distribua faixas de queijo em três dos lados de cada pastel. Deixe um dos lados livre. Cubra a massa e marque com as mãos as divisórias de cada pastel.
9. Agora, use um cortador de massa para marcar os limites entre as bordas de queijo e o recheio central de carne, mas sem recortar totalmente a parte do meio. Recorte e destaque o pastel do restante da massa.
10. Frite os pastéis em óleo bem quente. Frite dos dois lados.
11. Se desejar, sirva com um vinagrete feito com tomate, cebola e pimentão picado, azeite, vinagre (ou limão), sal, pimenta do reino e salsinha picada.


Bom bate-papo e bom apetite!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sabor com Luxo: o caviar da Petrossian

Para alguns abonados que podem pagar centenas de reais por míseras gramas, o caviar é uma iguaria dos deuses. Aliás, poucas iguarias têm tanto apelo no universo gourmet quanto o caviar. Considerada a melhor marca de caviar do mundo, a francesa Petrossian desembarcou no Brasil em 2010 com o propósito de movimentar um mercado ainda pouco explorado no país. Atualmente com filiais em Nova York e Los Angeles, em abril de 2011, a empresa inaugurou sua primeira loja na América do Sul, na cidade de São Paulo. O local escolhido é condizente com um público que pode pagar uma fortuna por poucas gramas de seu caviar: o shopping Cidade Jardim. Na charmosa e aconchegante loja, em posição de destaque, estão expostas verdadeiras jóias comestíveis, cuidadosamente acondicionadas em latinhas azuis, recheadas com as “pérolas negras” retiradas de esturjões brancos, criados em cativeiro no estado americano da Califórnia. Os preços são para quem tem muito dinheiro. R$ 189 a menor porção, de 12 míseros gramas. Com 30 gramas, o valor sobe para mais de R$ 472.


Além de oferecer aos apreciadores as famosas e cobiçadas latinhas azuis de seu caviar, a loja tem um espaço dedicado a degustação. A inovação é uma das preocupações da marca francesa. Depois de lançar o Caviarcube, pequenos dados de caviar concentrado, recentemente trouxe de volta uma das versões mais apreciadas do produto, o caviar prensado, extinto do mercado devido ao alto custo de produção. A loja também oferece peixes defumados (entre os quais o brasileiro pirarucu, um verdadeiro sucesso na Europa), várias versões de foie gras, patês, azeites, temperos, queijos, chás, bolos, chocolates, geléias e biscoitos, além de vodcas e champanhes, companhias perfeitas para degustar um ótimo caviar. No espaço, também há um pequeno restaurante onde é possível degustar um pequeno cardápio que inclui opções como o Club Sandwich com três peixes defumados, saladinhas com patês, três sopas frias e tartare de salmão.


Comandada por Armen Petrossian, a empresa mais do que estampar seu nome nas renomadas latas azuis do produto, zela por todas as etapas de sua fabricação, o que inclui até o modo de consumo. Primeiramente, deve-se comer o caviar puro. É a única maneira de distinguir seu sabor, aroma e textura das ovas do esturjão. A história do caviar Petrossian teve início na década de 1920. Após a revolução russa em 1917, os irmãos armênios Melkoum e Mouchegh Petrossian migraram para a capital francesa, onde viviam os chamados Années Folles. As festas tomavam conta dos salões parisienses, frequentados por aristocratas, burgueses e intelectuais russos, que também fugiam do regime socialista. Os irmãos decidiram então importar o caviar, um produto de luxo tradicional no tempo dos czares, inaugurando posteriormente a primeira loja Petrossian, que desde 1920 mantém o mesmo endereço em Latour-Maubourg, próximo à Esplanade des Invalides. Quase cem anos depois, a experiência faz da empresa a primeira importadora mundial desta iguaria sem igual.


Curiosidade: Atualmente, criadores de esturjão em cativeiro são encontrados no mundo inteiro. Além de países tradicionais como Rússia e Irã, ingressaram neste mercado China, Estados Unidos, Bulgária e até França, que tem seus principais viveiros em Bordeaux, a mesma região dos famosos vinhos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cozinhando com design: Mastrad

Se como o ditado diz “Cozinhar é uma arte”, a francesa MASTRAD oferece os melhores instrumentos para que você coloque toda sua inspiração na hora de preparar um prato. Criada em 1994, a marca que está presente em mais de 50 países é considerada uma das melhores na criação de acessórios inovadores e funcionais, e, em especial, aqueles produzidos em silicone, que nestes últimos anos literalmente tomou conta das cozinhas modernas, especialmente devido à sua versatilidade e facilidade no uso. Afinal, peças à base de silicone podem ser usadas tanto para cozinhar como para fazer doces ou tortas. E o silicone da MASTRAD é feito com a mais alta qualidade, suportando temperaturas de até 220ºC.


Uma linha bem completa, voltada principalmente para facilitar a vida na cozinha, oferecendo itens que prezam pelo design, com inúmeras cores modernas, e funcionalidade. Cada acessório da marca francesa é desenvolvido para transmitir a idéia de oferecer um produto que seja fácil de usar, que economize tempo e ofereça conforto combinando qualidade e design ergonômicos. A completa linha de produtos da marca, que incluem abridores, batedores, acendedores, colheres de silicone, bowls, espátulas, descansos de mesa, formas, galheteiros, luvas, pás de sorvete, moedores, pincéis, espremedores, timer, infusores, jogos para founde e até secadores para saladas, são importados com exclusividade pela ART HOME. Se quiser conhecer melhor os produto da MASTRAD acesse o site da ART HOME.


domingo, 30 de outubro de 2011

As abóboras do Halloween

Dia 31 de outubro é comemorado o famoso e divertido HALLOWEEN (Dia das Bruxas). Uma presença constante nessas comemorações é a abóbora. Denominada Jack-o-Lantern, sua origem está presente no folclore irlandês. Segundo a lenda, um homem chamado Jack, notório beberrão e trapaceiro, esculpiu uma cruz no tronco de uma árvore, prendendo o diabo em cima dela. Assim, ele firmou um acordo com o diabo: se ele nunca o atormentasse, Jack apagaria a cruz do tronco e o deixaria descer da árvore. Depois que Jack morreu, sua entrada no céu foi recusada devido ao pacto feito com o diabo. No inferno, também não foi aceito devido as suas inúmeras trapaças. Porém, o diabo concedeu a Jack uma única vela para iluminar seus caminhos. Como sua chama teria que ser preservada eternamente, ele a colocou dentro de um nabo oco, e esculpi alguns furos para dar passagem a luz emitida pela chama. Mas quando os imigrantes irlandeses aportaram nos Estados Unidos em 1840, encontraram as abóboras que eram muito mais adequadas para dar continuidade a lenda de Jack. Desta forma, a abóbora se tornou o principal símbolo contemporâneo do Halloween.


Aprenda a preparar a famosa abóbora do Halloween.
Materiais:
- 1 abobora tipo moranga (mais ou menos do tamanho de uma bola de futebol)
- 1 faca bem afiada
- 1 colher
- 1 vela (ou mais)
- 1 pires ou pratinho para apoiar a vela
- 1 canetinha

Mãos a obra:
1. Faça um buraco redondo na parte superior da abóbora, um círculo ao redor do talo (onde sua mão possa passar). Não jogue fora esta tampa.
2. Por essa mesma abertura, comece a tirar pouco a pouco com uma colher todas as sementes e a polpa, raspando as paredes da abóbora, até que ela fique completamente lisa. Aproveite a polpa para fazer deliciosos doces e bolos, ou torre as sementes para comê-las com sal.
3. Na parede frontal da abobora desenhe com a caneta utilizando a criatividade, como por exemplo, um rosto com olhos, nariz e boca.
4. Corte cuidadosamente o desenho, com a faca em ângulo.
5. Coloque pequenas velas no interior da abobora e acenda-as.
6. Enfeite sua festa, sua casa ou seu jardim com elas e prepare-se para “assustar à vizinhança”.


Curiosidade: A festividade acontece um dia antes da “festa de todos os santos” e, por isso, tem seu nome inspirado na expressão “All hallow’s eve”, que significa a “véspera de todos os santos”.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Você sabia?

Todo dia 29 é dia do “nhoque da fartura”. Diz a tradição italiana que comer nhoque nesse dia com uma cédula de dinheiro embaixo do prato atrai a fortuna. Mas afinal, como é que isto começou? Em tempos remotos, certo dia 29 na Itália, um andarilho faminto bateu na porta de um casebre na expectativa de um prato de comida. A família era grande e tinha pouca comida, mas apesar disso, eles não se importaram em dividir o seu nhoque com o tal andarilho, que na verdade era São Genaro. Repartiram então a abençoada refeição, cabendo sete pedacinhos a cada um. Após saborear o delicioso nhoque, São Genaro satisfeito, agradeceu e partiu. Quando foram recolher os pratos descobriram que em baixo de cada um havia notas de dinheiro. Por isso, tradicionalmente, todo dia 29 é dia do nhoque da fartura, acompanhado do famoso ritual de colocar dinheiro embaixo do prato e comer primeiro os sete pedacinhos em pé, para depois comer a vontade. Portanto, não esqueça, amanhã é dia 29, e bom apetite.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Faça Você Mesmo: Aussie Bread

Esta nova coluna, batizada de FAÇA VOCÊ MESMO, irá trazer receitas famosas que podem ser feitas em casa para dar um toque especial nas refeições. A primeira delas atende pelo nome de Aussie Bread, conhecido também como o delicioso Pão do Outback. Esse pão australiano tem um sabor levemente adocicado, a casca crocante e a textura macia. Para facilitar o preparo da receita é interessante ter uma máquina de pão.


Ingredientes:
- 1 1/4 xícara de água morna (tem que ser morna mesmo)
- Corante alimentício marrom (opcional, mas é o charme da receita)
- 2 colheres (sopa) de margarina
- 1/2 xícara de melado de cana
- 1 3/4 xícara de farinha de trigo
- 1 xícara de farinha de trigo integral
- 1 xícara de farinha de centeio
- 2 colheres (sopa) de chocolate em pó
- 3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
- 1 colher (chá) de sal
- 1 colher (sopa) de glúten
- 1 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco
- Fubá para polvilhar

Modo de preparo:
1. Utilizando uma máquina de pão misture 60 gotas do corante marrom na água morna, e em seguida acrescente todos os outros ingredientes, MENOS O FUBÁ (lembra que ele é somente para polvilhar) na ordem que estão descritos acima. Coloque a máquina na opção dough (massa). Quando o ciclo terminar, remova a massa e separe-a em seis partes iguais.
2. Modele então seis pães de aproximadamente 12 cm de comprimento e 5 cm de largura. Polvilhe uma superfície com fubá. Umedeça as mãos, passe-as levemente sobre os pãezinhos e passe-os no fubá. Coloque-os em uma assadeira, cubra com um pano e deixe crescer durante uma hora.
3. Pré-aqueça o forno a 180 C. Leve os pães crescidos ao forno e asse por 35 a 40 minutos, ou até dourar. Tire do forno e deixe-os esfriar por 15 minutos. Sirva com manteiga de verdade, gelada ou amolecida.


Dica: Se quiser servir este pão com uma manteiga parecida com a do Outback, é simples: deixe a manteiga atingir a temperatura ambiente e bata-a na batedeira, em velocidade alta. Aos poucos, acrescente água gelada até a manteiga ficar areada. (Use no máximo 1/4 de xícara de água gelada para cada xícara de manteiga batida).

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Alimentação Saudável: semente de chia

De tempos em tempos um alimento surge como “a grande vedete” para quem procura uma alimentação saudável. Uva, linhaça, romã, entre tantos outros. A “estrela do momento” é a Chia (sálvia-hispânica), uma semente encontrada no sul do México e muito consumida por civilizações antigas, principalmente por quem precisava de força e resistência física. Novidade nas prateleiras brasileiras, a chia, disponível no mercado em três formas, óleo (pode ser usado como temperos de saladas e pratos em geral), farinha e grão inteiro (esses dois últimos podem ser adicionados em iogurtes, vitaminas, tortas, bolos, saladas e sucos), está prometendo um caminhão de vantagens para a saúde.



Riquíssima em uma série de nutrientes, a porção diária recomendada é de 25 gramas, o equivalente a uma colher de sobremesa. Caso você passe um pouco dessa recomendação, não há grandes problemas, mas é importante não exagerar e manter sempre a dieta equilibrada, pois a chia é um tanto calórica, são 164 calorias por porção da semente. Confira tudo o que essa colherzinha diária pode fazer pela sua saúde:
● Rica em fibras tanto solúveis quanto insolúveis.
● Tem nada menos que 400% da nossa necessidade diária de ômega-3 (100 gramas da semente de chia têm oito vezes mais ômega-3 que um pedaço médio de salmão).
● Mais cálcio que o leite (ideal para os intolerantes à lactose que precisam de uma fonte de cálcio segura).
● Mais ferro que o espinafre.
● Proteínas para os músculos (ideal para quem pratica atividade física e precisa de uma boa fonte de proteínas para a reconstrução muscular).
● Rica em magnésio (essencial para o pleno funcionamento do cérebro e ligações cognitivas).
● Vitamina A para os olhos.
● Potássio para combater câimbras (possui duas vezes mais potássio que a banana).
● Vitaminas do Complexo B (fundamentais para o pleno funcionamento do sistema nervoso, além de auxiliar no metabolismo das células).
● Antioxidantes contra radicais livres (ajudam a neutralizar os radicais livres, combatendo o envelhecimento celular e prevenindo o organismo contra diversas doenças, inclusive o câncer).
● Manganês.
● Cheia de zinco (que melhora a imunidade, paladar, olfato e visão).
● Rica em cobre.


Dicas:
1. No caso de refluxo gastro-esofágico, colocar 1 colher de chá de sementes de Chia em um pouco de água, mexer e beber de imediato.
2. Aguardar uns minutos e depois beber 1 copo cheio de água;
3. Pode ser adicionada a sumos e batidos, iogurtes, saladas, cereais e sopas;
4. Pode ainda ser moída e adicionada na farinha para fazer pão;
5. Como as sementes conseguem absorver várias vezes o seu peso de água formando uma espécie de gelatina são ótimas como substituto do ovo.