quinta-feira, 18 de março de 2010

Cozinhando com a ARTHOME (Salmão Teriyaki com Cachaça)

A receita de hoje é um salmão Teriyaki, um prato típico da cozinha japonesa. O Teriyaki tradicional tem como ingredientes saquê suave (mirim) e gengibre ralado. Mas, como cozinhar é uma alquimia de temperos, ingredientes e ervas, resolvemos alterar a receita e fazer um salmão Teriyaki com cachaça Sagatiba, que  consideramos de excelente qualidade. Também eliminamos o gengibre para não interferir no gosto da cachaça.


Ingredientes:
- 4 pedaços de salmão
- 1/4 xícara de açúcar
- 1/4 xícara de cachaça (Sagatiba)
- 1/4 xícara de Shoyo
- Azeite para grelhar
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Modo de preparo:
1. Faça um molho com açúcar, shoyo e cachaça, e coloque os pedaços de salmão, deixando aprox. 30 minutos nesta marinada
2. Aqueça uma frigideira antiaderente (SILIT) com um pouco de azeite, apenas o suficiente para grelhar.
3. Coloque apenas os pedaços de salmão e grelhe dos dois lados.
4. Quando o salmão estiver grelhado, regue com o molho da marinada na frigideira tomando o cuidado para não se queimar, pois pode espirrar um pouco. Deixe o molho aderir bem ao salmão e desligue.
5. Sirva com arroz branco e decore com cebolete ou cebolinha cortada juliene.
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Itadakimasu! (equivalente ao nosso "bom apetite")

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sábado, 6 de março de 2010

A Origem dos Alimentos (Arroz com Feijão)

Você acredita que exista no Brasil um casamento duradouro e perfeito? A resposta é sim. E para confirmá-la experimente sentar à mesa no interior de Goiás ou pedir uma quentinha no centro de São Paulo, e verá que o casamento mais antigo e duradouro realizado no Brasil vai marcar presença, não importando a variação, a combinação ou os métodos de preparo. Esse “casamento” celebra uma poderosa parceria de aminoácidos que começou a ser feita por simples intuição no Brasil a partir do século 16. Como o arroz é um alimento rico em amido, proteínas e vitaminas e o feijão em potássio, sais minerais essenciais, além de ferro, proteínas e também vitaminas, o tradicional arroz com feijão, quando balanceado de forma correta é o prato perfeito para manter um corpo saudável e disposto para um dia de trabalho. A combinação é perfeita, o único aminoácido que não existe no arroz, a lisina, é encontrado no feijão, e a metionina, abundante no arroz, não é encontrada no feijão. Como em qualquer casamento, os parceiros se complementam. Essa mistura potencializa a síntese de proteínas essenciais para a reparação e construção de tecidos e para a produção de hormônios. Ou seja, com o tempo, descobriu-se que havia uma química poderosa nessa união duradoura.
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-Existem muitas variedades de arroz e de feijão. Em virtude disso, é possível fazer diversas combinações. Hoje em dia, é cada vez mais comum a utilização do arroz integral, variedade mais saudável do que o arroz normal. O feijão, normalmente feijão-da-índia, vem sendo substituído por outras variedades de leguminosas, como o feijão-azuqui, grão-de-bico, lentilha e até soja (nestes três últimos casos, o prato deixa de se chamar arroz com feijão e não tem denominação específica).-O ArrozO cereal teria surgido 2.000 a.C. na Indochina, ou em berço africano, no Vale do Níger, por volta de 1.000 a.C. Mas diversos historiadores e cientistas apontam o sudeste da Ásia como o local de origem do arroz. Na Índia, uma das regiões de maior diversidade e onde ocorrem numerosas variedades endêmicas, as províncias de Bengala e Assam, bem como em Mianmar, têm sido referidas como centros de origem dessa espécie. O arrozal aquático foi uma imensa conquista, desenvolvida na China entre o quinto e o primeiro séculos anteriores à era cristã, e que permitiu a ampliação da produção a ponto de transformá-lo na cultura de mais alta rentabilidade por hectare até a época moderna. O cereal foi usado não só para alimentação. As variedades especiais eram usadas como oferendas em cerimônias religiosas na Índia. Mas o árabe foi o grande responsável por sua disseminação pelo mundo. Nas Américas, ele chegou com os espanhóis. Alguns pesquisadores apontam o Brasil como o primeiro país a cultivar esse cereal no continente americano. O arroz era o “milho d'água” (abati-uaupé) que os tupis, muito antes de conhecerem os portugueses, já colhiam nos alagados próximos ao litoral.
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O Feijão
A origem do feijão é americana. Há duas hipóteses. Ele teria surgido 7.000 a.C. no México; ou ainda 10.000 a.C. no Peru. Na Grécia e no Egito antigo, o feijão era cultivado como símbolo da vida. Os romanos antigos usavam o feijão nas festas gastronômicas e até mesmo para pagar apostas. As ruínas de Tróia revelam evidências de que o feijão era o prato favorito dos robustos guerreiros troianos. E tudo indica que as guerras foram as principais responsáveis por sua disseminação pelo mundo uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha. No Brasil, já existia feijão antes da chegada dos portugueses, mas os índios não morriam de amores por essa leguminosa. Os negros escravizados também não. Como os portugueses gostavam mais de favas, supõe-se que foi o brasileiro que se tornou o grande consumidor de feijão. E por um simples motivo: além de nutritivo, o plantio é fácil e rápido.
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Dica: o ideal é combinar três partes de arroz para uma de feijão.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cozinhando com a ARTHOME (Rolinho Vietnamita)

A receita de hoje, rolinho vietnamita, explora um pouco a diversidade da cozinha vietnamita, conhecida pela variedade de pratos vegetarianos devido à influência dos monges budistas. À primeira vista exótica, a cozinha vietnamita agrada aos mais variados paladares. Isso por que utiliza inúmeros ingredientes, com destaque para as carnes de frango, porco, pato e peixe, camarões, legumes, arroz e uma profusão de ervas finas e condimentos.


Ingredientes:
- 1 pacote de folha de arroz (redonda)
- 1 peito de frango cortado em tiras
- 2 pepinos japonês sem o miolo (sementes) cortados em tirinhas juliene
- 2 Cenouras cortadas em tirinhas juliene
- Hortelã fresca (à gosto)
- Manjericão fresco (à gosto)
- Coentro fresco (à gosto)


Modo de preparo:
1. Refogue as tiras do frango e reserve.
2. Deixe todos os ingredientes pré-preparados.
3. Mergulhe uma folha de arroz em água aquecida com a ponta dos dedos, quando amolecer, retire.
4. Acrescente todos os ingredientes à gosto dentro da folha de arroz e enrole.-



Molho
Ingredientes:
- 1 colher de sopa de óleo
- 1 colher de café de gengibre em cubinhos bem pequenos
- 1 colher de chá de alho picadinho
- Cebolinha picadinha à gosto
- 1 unidade de pimenta dedo de moça cortada em cubinhos pequenos, sem as sementes
- ½ xícara de Shoyo
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Modo de preparo (deixe para preparar este molho na hora de servir):
1. Colocar óleo em uma frigideira e esquentar, juntar o gengibre, o alho e a pimenta e refogar por alguns segundos.
2. Acrescentar o Shoyo e a cebolinha.
3. Desligue e tire do fogo.
4. Sirva o rolinho frio com o molho quente que fica bem mais interessante.-



BOM APETITE!


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Cozinha Tecnológica (vidro borossilicato)

Hoje em dia, os utensílios para cozinha utilizam cada vez mais novas tecnologias e materiais que proporcionam praticidade ou ganho de rendimento no preparo de alimentos. Apesar de ser antigo, o vidro borossilicato, um tipo de vidro resistente ao calor e aos químicos e conhecido popularmente como vidro refratário, era mais utilizado em travessas (as famosas Pyrex, que na verdade é uma marca registrada). Isto porque, este material possui um baixíssimo coeficiente de dilatação o que o torna praticamente resistente a grandes choques térmicos, suportando tanto altas quanto baixas temperaturas. Porém, de uns anos para cá, o vidro borossilicato passou a ser utilizado em uma infinidade de utensílios, principalmente copos, jarras e xícaras. Devido a sua aparência translúcida e versatilidade, o vidro borossilicato se tornou ideal para produzir xícaras e copos, com parede dupla. A tecnologia empregada faz com que o conteúdo da xícara ou do copo, seja quente ou frio, fique isolado da parte externa por uma fina camada de vácuo, o que diminui consideravelmente a troca de calor com o ambiente, mantendo assim o líquido quente ou gelado do primeiro ao último gole.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Receitinhas do Preview

Na semana passada a ARTHOME realizou seu Preview, e, nós como de costume, preparamos algumas guloseimas saborosas para recepcionar os clientes. Devido aos inúmeros pedidos das receitas, resolvemos disponibilizar algumas. Ótimo divertimento e bom apetite!
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BRIGADEIRO DE ADULTO
Ingredientes:
- 1 lata de leite condensado
- 2 colheres de sopa de chocolate em pó (50% cacau)
- 1 colher de sopa de manteiga
- nozes picadas
- granulado para enrolar

Modo de preparo:
1. Leve ao fogo o leite condensado, o chocolate, as nozes picadas e a manteiga, mexa constantemente em fogo brando até engrossar e atingir ponto suficiente para enrolar.
2. Deixe esfriar e enrole.

BOLO DE LARANJA
Ingredientes
:
- 3 xícaras de farinha de trigo
- 2 xícaras de açúcar
- 1 colher de chá cheia de fermento para bolo
- 1 laranja inteira cortada em pedaços com a casca e sem sementes
- suco de uma laranja
- 4 ovos inteiros
- 1 xícara de óleo de canola
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Modo de preparo:
1. Misture todos os ingredientes secos (farinha de trigo, açúcar e fermento) e reserve.
2. Coloque no liquidificador a laranja em pedaços, o suco de laranja, ovos e óleo de canola e misture tudo muito bem.
3. Misture o líquido aos ingredientes secos.
4. Leve ao forno pré-aquecido (180° de temperatura) por aproximadamente 45 minutos em forma de silicone com buraco no centro.
5. Desenforme, e regue com suco de laranja misturado a açúcar.
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BOLO DE CENOURA
Ingredientes:
- 3 xícaras de farinha de trigo
- 2 xícaras de açúcar
- 1 colher de chá cheia de fermento para bolo
- 3 cenouras picadas
- 4 ovos inteiros
- 1 xícara de óleo
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Calda:
- 1 colher de sopa de manteiga
- 2 colheres de sopa de chocolate em pó
- 1 xícara de açúcar
- 1/2 xícara de leite-



Modo de preparo:
1. Misture os ingredientes secos (farinha de trigo, açúcar e fermento) e reserve.
2. Coloque a cenoura, os ovos e o óleo no liquidificador e bata até todos os ingredientes estarem bem misturados.
3. Junte a mistura do liquidificador aos ingredientes secos, e mexa bem.
4. Leve ao forno pré-aquecido (180° de temperatura) em uma forma de silicone por 45 minutos.
5. Faça a calda levando todos os ingredientes em uma panela no fogo brando, até formar uma calda não muito grossa. Desligue e reserve.
6. Desenforme o bolo e cubra com a calda.



PATÊ DE SALMÃO DEFUMADO
Ingredientes
:
- 300 gramas de cream cheese light
- salmão defumado picado a gosto
- dill picado a gosto
- casca de laranja ralada
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Modo de preparo:
1. Misture todos os ingredientes.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cozinhando com a ARTHOME (Yakisoba)

O yakisoba (yaki = assar ou grelhar, soba = macarrão), também grafado yakissoba, é um prato que tem suas raízes na culinária chinesa e hoje é um dos símbolos da culinária do Japão, principalmente aqui no Brasil.
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Ingredientes:
- 500 gramas de macarrão para yakisoba
- 1 cebola
- 1 cenoura
- 200 gramas de repolho
- 200 gramas de vagem
- 150 gramas de carne ou frango
- Maizena
- Óleo de gergelim
- Molho Shoyo
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Modo de preparo:
1. Se for possível fazer em uma wok da
SILIT, panela que cozinha literalmente em todos os idiomas, desde Sukiaki, paella, moqueca até yakisoba. Vale lembrar que a panela wok permite mexer com facilidade as verduras, deixando os refogados “al dente”. Comece refogando com pouco óleo a carne, retire e reserve.
2. Siga refogando com pouco óleo a cenoura, depois a cebola, a ervilha torta e o repolho. Se não tiver uma wok, utilize um frigideira para refogar estas verduras, todas separadas, e vá colocando em uma travessa (bowl) a parte.
3. Cozinhe o macarrão de yakisoba em uma panela para massa, escorra e reserve.
4. Em uma molheira coloque o shoyo, água e maizena e leve ao fogo. Mexa sem parar com delicadeza. Você perceberá que o molho de marrom opaco (cor de chocolate), engrossara e ficará um marrom translúcido. Desligue imediatamente. Acrescente uma colher de sopa de óleo de gergelim. Aconselhamos a fazer isto no final, pois o óleo de gergelim é muito forte e normalmente utilizado na cozinha asiática em finalizações ou pratos frios.
5. Junte a carne, verduras, macarrão e molho e misture tudo. Sirva quente.
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BOM APETITE!
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O seu sucesso é tão grande que estimulou alguns fatos interessantes como: muitos restaurantes chineses em São Paulo e em outras capitais brasileiras chamam o seu macarrão chop suey de yakisoba, o nome japonês. É prato indispensável nas festas tradicionais japonesas (conhecidas como “Matsuris”).

sábado, 30 de janeiro de 2010

A Origem dos Alimentos (Tomate)

Ele é redondinho. Vermelho. Conhecido no mundo inteiro. E está impreterivelmente presente em saladas, sanduíches, massas e no tradicional ketchup. Adivinhe de quem estou falando? TOMATE. Mas afinal, qual a origem do segundo alimento mais consumido do mundo (ele só é superado pela batata)? O tomate, um fruto do tomateiro rico em licopeno e vitamina C, e não um legume como muitos possam pensar, tem suas origens na América Central e do Sul, onde era amplamente cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos. A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo e consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate como alimento, à civilização Inca do antigo Peru. Outros estudiosos acreditam que o tomate seja originário da região do atual México, não apenas pelo nome pertencer tipicamente à maioria das línguas locais (Náuatles), mas porque as cerâmicas Incas não registraram o uso do tomate nos utensílios domésticos, como era costume. Introduzido na Europa pelos espanhóis que o trouxeram do México em meados do século XVI, o tomate, a princípio era considerado venenoso, por isso era cultivado apenas para fins ornamentais. As primeiras espécies exportadas da América foram logo batizadas de pomodoro pelos italianos pois eram amarelas, parecendo "maçãs douradas". Somente no século XIX é que o fruto passou a ser consumido e cultivado em escala cada vez maior. Na Itália adaptou-se perfeitamente, principalmente na região de Nápoles, por ter solo vulcânico. Depois ele passou a ser cultivado e consumido na França e Espanha.
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Alla bolognesa, à espanhola, à mexicana, à la marselhesa, alla napolitana, alla parmigiana, à la orientale, à la niçoise, à portuguesa e à la provençale são apenas algumas das infinitas receitas que adotaram o fruto como ingrediente. Nos Estados Unidos, o mesmo era tido como veneno e as pessoas morriam de medo dos frutos vermelhos. Foi temido até o ano de 1830, quando um sujeito chamado Robert Johnson subiu nas escadarias da prefeitura de Salem em Nova Jersey e comeu um tomate inteiro, para espanto total da platéia que assistia ao macabro ritual de “suicídio”. O povo permaneceu ali, parado por vários minutos esperando que Johnson morresse com o veneno do tomate, mas como isso não aconteceu, as pessoas perceberam que o tomate era um fruto totalmente sem risco e dali em diante o tomate começou a se popularizar no país. De sua família, também fazem parte as berinjelas, as pimentas e os pimentões, além de algumas espécies não-comestíveis.
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Os tomates podem ser divididos em diversos grupos, de acordo com seu formato e sua finalidade de uso:
• Santa Cruz, tradicional na culinária, utilizado em saladas e molhos e de formato oblongo;
• Caqui, utilizado em saladas e lanches, de formato redondo;
• Saladete, utilizado em saladas, de formato redondo;
• Italiano, utilizado principalmente para molhos, podendo ainda fazer parte de saladas. Seu formato é oblongo, tipicamente alongado;
• Cereja, utilizado como aperitivo, ou ainda em saladas. É um "mini-tomate", com tamanho pequeno, redondo ou oblongo.
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Além de diferirem em seu formato, os tomates também podem ter variações em sua coloração. Apesar de ser bem mais comum encontra-lo na coloração vermelha, atualmente, novos tipos de tomate podem ser encontrados na cor rosada, amarela e laranja. Os dois últimos são mais difíceis de serem encontrados no Brasil.
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Curiosidade: Quando os tomates passaram a ser comestíveis no Velho Mundo, ainda não se sabia o que fazer com eles, uma vez que eram muito ácidos para comer como fruta. Foi então, que um chef de cozinha da corte espanhola, chamado Antonio Latine, resolveu usar o fruto misturando-os com cebolas e óleo de oliva para criar um molho. Estava criado o primeiro molho de tomate e daí em diante a popularização do fruto cresceu exponencialmente. Na Itália, o chef espanhol escreveu entre 1692 e 1694 o livro de cozinha napolitana Lo Scalco Alla Moderna, em que uma das suas receitas recomendava levar ao fogo pedaços de tomate, sem pele e sementes, temperando com salsinha, cebola e alhos picados, salpicados com sal e pimenta, acrescidos de azeite e vinagre, para obter um molho de tomate “de estilo espanhol”
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